terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Pororoca - foto e crítica (boa!) na Folha de São Paulo

Galego (Felipe Palhares) observa a menina quebradeira de babaçu Das Dor (Carol Leiderfarb). Folha de São Paulo, 17/12

CRÍTICA DRAMA - LUIZ FERNANDO RAMOS - CRÍTICO DA FOLHA, 16/12/2010
BOA NARRATIVA GARANTE A QUALIDADE DE “POROROCA”
Texto de estréia de Zen Salles tem ação tecida em aldeia Maranhense.
O faz de conta instaurando o teatro. “ Pororoca”,texto de estréia do autor maranhense Zen Salles, resgata o princípio de que um bom espetáculo começa com uma boa história bem contada.
Fruto de um projeto internacional de incentivo a novos dramaturgos, a peça corresponde às expectativas dos especialistas ingleses que a supervisionaram.
Apresenta uma trama bem tecida, sem fios soltos, e que é profundamente tributária das raízes culturais e das memórias de infância de seu criador.
Situada numa pequena aldeia do rio Mearim, o único do Maranhão onde acontece a pororoca – uma grande onda que corre contra o curso da correnteza – o arco de ação costura as vidas dos moradores daquela comunidade.
Mais do que uma descrição, a fábula faz um inventário da condição feminina naquelas circunstâncias geográficas e sociais, bem como um resgate de algumas de suas lendas dominantes.
Essas definições do dramaturgo são contempladas plenamente na encenação de Sérgio Ferrara, experiente na alternativa de alcançar a eficácia narrativa com um mínimo de recursos.
Verdade que a produção tem detalhes luxuosos menos relevantes, caros aos empreendimentos institucionais.  Mas, no geral, a empatia gerada ao longo dos episódios que se concatenam se deve muito mais aos intérpretes e ao jogo estabelecido por eles no espaço exíguo da montagem, do que à cenografia e aos figurinos.
No palco, os destaques são as atrizes.
Juçara Morais como “veia Jacy”,entidade que protege o rio e interage como oráculos dos demais personagens, e Sabrina Petraglia como a menina moleca, cujo destino inexorável será a prostituição, sustentam com competência o fio principal da narrativa.
Bia Moreli, Melissa Maranhão e Carol Leiderfarb também contribuem para as verossímeis relações tramadas entre os desejos pessoais dessas mulheres e as tradições arraigadas que condicionam.
Mesmo uma cena menos bem resolvida, como a que opõe um surfista do sul do país à quebradeira de coco local,justifica-se na estrutura dramática, contrastando as crenças e metificações sobre  a pororoca sua absorção em outro contexto, mais superficial.
De algum modo, como sugere a convenção dramática tradicional, o texto suplanta e submete a cena, definindo a qualidade da experiência teatral.
Zen Salles estreou com o pé direito nessa opção de dramaturgia, apresentando o que, nela, de melhor um jovem dramaturgo pode oferecer. Sua experiência de vida e a boa técnica de narrar.
Última semana no SESI Paulista (mesanino)
Quinta a Sab as 20h30 e dom as 19h30.
Corra!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Gracinha (Paula Sassi), Das Dor (Carol Leiderfarb) e Deusdete (Mel Maranhão) observando as gentes futriquentas do Mearim
Convite de: A Culpa é da Ciência? - espetáculo que fiz com o Núcleo Arte Ciência no Palco (o ACP), comédia musical infanto juvenil sobre intoxicação tecnológica, em comemoração dos dez anos do grupo, iniciado com o monólogo Einstein, do Palma. Direção: Rachel Araújo. 2008.

                                                  Agradecimento, na estréia

Cena de desabafo sobre alimentos transgênicos, cujo auge era revelar ao público desavisado que o corante carmim de coxonilha, presente nos alimentos avermelhados (iogurte de morando, presunto, calda do cheese cake) vem de um inseto, tipo uma baratinha. E é natural !!
Cena da peça B - Encontros com Caio Fernando Abreu, dirigida por Francisco Medeiros em 2006, no SESI. Nela, meu personagem toma uma chuvarada de palhacinhos de pano, vindos de todos os lados. Uma praga bíblica contemporânea. Doces problemas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Personagens do Alumínio - still para Paulo Bordhin

                                        Titânia - Sonho de uma Noite de Verão
                                              ou Julieta, de Romeu e Julieta?

Brincando de modelo para exibir as maravilhosas peças do talentoso Paulo Bordhin, meu amigo e vizinho. Ele é ator, músico, escultor, cozinha bem, dá ótimas festas...enfim, ele é mestre em alumínio anodizado e bom em tudo o que faz ! Podem conferir no site: http://www.paulobordhin.com.br/ . Quem passar no ateliê dele, não vai conseguir sair de lá de mãos vazias.

Família Vende Tudo - em breve, nos cinemas...

http://cinema.cineclick.uol.com.br/tvcineclick/index/titulo/familia-vende-tudo/id/3473

Uma pontinha no filme dirigido pelo Alain Fresnot. Mal posso esperar pra ver !

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Noveleiros


Só no sanduba. Escadinha, bem light, pro engraçadíssimo Lieser Touma.

As gêmeas Mariana e Marina !

                               

                               
Mariana e Marina: mais uma brincadeira da tecnologia, que me rendeu uma irmã gêmea ! esses filminhos passaram em Goiás, em 2008. Divertido !!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Pororoca - até dezembro, no SESI


Uma bonita peça, simples e singela, sobre o Maranhão, esse lugar encantado e pouco conhecido do Brasil. Com direção do Sergio Ferrara. Venha, ê boi!
Obs 1: Chegue cedo (a bilheteria abre meio dia e os ingressos acabam logo) ou reserve com antecedência, pois são apenas 50 lugares, lá no Mezanino. Os primeiros da fila de espera normalmente entram, para sentar nos lugares do chão.

A Sete Palmos - de Vera Helena Rossi, no Teatro para Alguém !!



O TPA (Teatro para Alguém) é um projeto muito interessante, cheio de atraentes desafios, criado pela minha sister Renata Jesion. É teatro feito para a internet, pela internet, filmado ao vivo e depois armazenado no site. Uma inovação, aqui no Brasil. Por que esse nome? Entre no site e descubra o que é ser alguém numa platéia virtual : http://www.teatroparaalguem.com.br/

Coca Cola i9 Parque



A tecnologia pode tudo...até transformar o corpo humano num relógio derretido de Dalí...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Alpino "Surprise" da Nestlé - by Flávia Morais



Antes e depois...muita gente nem percebeu a diferença, mas faz parte. Agora a locação ... era espetacular: uma casa de praia, sobre a areia mesmo...quero uma assim quando crescer ! A direção foi da vitaminada Flávia Morais, again, e do meu conterrâneo Pix.

Dettol - Protegidos, filme de época



Fique atento, não pisque, que se não você nem me vê, rs....Esse filme foi bom para ter uma idéia de como seria minha bisa, se fosse inglesa, na década de 30. Cabelo e maquiagem dos magníficos Fernando Andrade e sua assistente Nicole Gonçalves. O filme, estilo super production, foi dirigido pelo Jeff, da Cia. de Cinema. Congratulations, Sir !

Etanol Esso - by Rodrigo Lewkowicz



Euzinha aqui, simples mortal, motorista do nosso vitaminado galã, que esbanja simpatia e profissionalismo. Quando eu estiver no lugar do passageiro, quero só ver quem vai dirigir para mim ! Vambora !!

Sollys da Nestlé - by Flávia Morais & great staff


Comercial super production da linha Sollys Nestlé, dirigido pela maravilhosa Flávia Morais e sua excelente equipe. E o melhor: encontraram minha sósia mirim, que se parece mais comigo do que eu mesma na idade dela. Não é surpreendente?

Brastemp Lado B - adorei fazer esse filme !!


Este filme é meu xodó e nem preciso explicar porque. Detalhe: a grande atuação fica por conta dos objetos e das comidas, que falam por si só. Direção: Rene Sampaio.